"A III Guerra e o brasil"
A III Guerra Mundial seria mesmo diferente das duas anteriores. Não seria nada convencional. Não seriam tanques, nem infantarias. Nem soldados armados até os dentes. Até a guerra mudou!
Poucos homens, loucos, num mundo louco, com apenas estiletes e pequenos canivetes, seqüestram aviões cheios de combustível – logo verdadeiras bombas voadoras – e matam milhares de pessoas à custa da própria vida, que acreditavam estar dando por uma causa qualquer. O mais poderoso país do mundo não sabe como reagir. Contra quem? Onde está o inimigo? Não estará ele dentro do meu próprio País, ao meu lado, dentro de minha própria casa? O mundo louco em que vivemos criou fanáticos, fundamentalistas, lunáticos, drogados – pessoas desequilibradas – e com dinheiro, muito dinheiro e tecnologia para dar vazão às suas loucuras. E aí, vimos o que vimos. E aí sentimos o que sentimos. Nem é preciso comentar mais....
E o Brasil nisto tudo?
Mais uma vez, acredito, seremos, no mundo atual, um dos poucos beneficiários desses últimos episódios. O Brasil é um País visto e reconhecido como um lugar pacífico, de um povo pacífico – até pacífico e pacato demais, para desespero dos poucos revolucionários que tivemos em nossa história – um dos poucos lugares mais seguros, menos violentos, mais imunes a fundamentalistas e fanáticos no mundo de hoje. Aqui convivem, pura ou falsamente (pouco importa desde que convivam), com ou sem preconceitos – brancos e negros – árabes e judeus – católicos e protestantes – corintianos e palmerenses – flamenguistas e vascaínos. Só mesmo quem já viveu em países onde essas intolerâncias predominam para dar valor ao nosso povo. Quem não viveu, quem não experimentou não sabe o que é ser eternamente marcado pelo que é, sem ter culpa de ter nascido.
As empresas do mundo inteiro e o capitalismo internacional precisam de lugares seguros, calmos, tranqüilos para produzir, gerar emprego. O Brasil desponta agora como um local adequado, com modernidade tecnológica e povo trabalhador para abrigar esses investimentos. Com um mercado interno potencial atraente, com a modernização tecnológica em comunicações, energia, sistemas logísticos para exportação de bens e serviços e estabilidade econômica, o Brasil, se tomar o caminho certo que já vem buscando trilhar, será, sem dúvida, o melhor destino para os investimentos internacionais.
E muitos dirão – lá vem o Prof. Marins novamente como Alice no País das Maravilhas, como Poliana, fazendo o jogo do contente. Acredite, o mundo sabe dessas vantagens competitivas realmente estratégicas do Brasil! Agora é fazer a lição de casa e preparar o nosso País para que realmente possa receber esses investimentos, gerando para o nosso povo, único pela sua diversidade cultural, étnica e religiosa, emprego e renda, melhor qualidade de vida, menos desigualdade social. A hora, acredite, é agora!
Pense nisso. Boa Semana. Sucesso!

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